Há dias venho pensando, mas há tempos não publico. Talvez nem mesmo escreva. Mas acontece que há dias venho pensando.
Sinto e penso. Não sei dizer se é paralelamente, simultaneamente, ou se paro um e começo outro. Sei que é o que mais faço: sentir e pensar.
Sentimentos e pensamentos dos mais diversos, dos mais puros e dos mais maldosos.
Minha vida gira em torno deles. É um pensar e um sentir tão constantes que enlouquece! Por vezes bloqueiam minhas atitudes, mas por outras são o motor delas.
É confuso, como tudo sempre foi em minha vida. Mas acontece. E não existe forma de bloqueio.
Os relacionamentos todos fazem minha mente funcionar na base da filosofia. Se bem que por vezes ela se esvai, e a futilidade toma conta. Mas enfim, faz parte.
O amor começa a surgir na minha vida. Vem devagar, delicado e puro. Mexe com meus sentimentos todos e com os pensamentos. Também altera as atitudes.
“faz muito tempo que eu não escrevo nada, acho que foi porque a tevê ficou ligada...”
Minha vida vem mudando, mas eu não quero ceder. Não quero deixar de lado o que me faz bem. Nada de esquecer a simplicidade que encontro nas palavras, a magia que encontro nas poesias e nas músicas.
Não quero mais passar tanto tempo longe desse blog, longe de escolher palavras para contar meu dia e expor minhas idéias.
Que o mundo gire, e tudo mude. Mas que eu continue aqui, com meus pés no chão e asas no céu.
Que o mundo gire, e tudo mude. Mas que a poesia prevaleça.
PS: você já faz parte da minha vida. E de alguma forma, é presente em todos os meus textos.
terça-feira, 16 de março de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Infinita.
Assim gosto de ser.
As cores mais vivas e tudo mais leve.
É fácil quando no horizonte vê-se o oito deitado.
Infinita.
As palavras com mais poesia.
O sol mais aconchegante e a chuva com mais frescor.
Sol e Lua mais brilhantes.
É fácil quando mãos envolventes tocam as minhas.
Assim gosto de ser: infinita!
E e fácil com voce. *-*
Assim gosto de ser.
As cores mais vivas e tudo mais leve.
É fácil quando no horizonte vê-se o oito deitado.
Infinita.
As palavras com mais poesia.
O sol mais aconchegante e a chuva com mais frescor.
Sol e Lua mais brilhantes.
É fácil quando mãos envolventes tocam as minhas.
Assim gosto de ser: infinita!
E e fácil com voce. *-*
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
É fim de ano e é inevitável os textos sobre.
A principio, por dica de um novo amigo, pensei em fazer aquela típica lista de desejos e planos para o próximo ano, mas minhas expectativas pra esse fimdeano não são boas, então resolvi aderir à famosa ‘retrospectiva’ mesmo. [ mas essa lista ainda sai, viu !? ;D ]
Seria meio obvio se eu dissesse que esse foi um ano de mudanças, pois todo ano MUITA coisa muda. Mas, devido à intensidade das mudanças desse ano, posso dizer que não é tão obvio.
Mudanças em tudo.
Nas pessoas ao redor, nas amizades. Nos pensamentos, sentimentos, atitudes.
É incrível pensar que ano que vem MAIS coisas vão mudar na minha vida. E eu tenho medo que ela se torne irreconhecível.
Ate fim do mês passado eu acreditava positivamente nessas mudanças: meu desejo de infinito, aos poucos, era saciado. Experimentei de diversos sabores, diversas cores. Diversos.
Sentia a vida. E aos poucos me sentia.
Foi mais ou menos como nos outros anos, amigos novos vieram e outros se foram. Paixões novas vieram, outras se foram. Mudou apenas a intensidade. Aqueles que eu jurava eternos, se mostraram passageiros. Mas aqueles poucos se mostraram eternos, e é neles que me firmo.
Firmo-me naqueles que demonstraram intenso esmero em me fazer sorrir e que me ofereceram os braços, as palavras e o silencio oportuno no meu choro.
Firmo-me em minha família. Pois todas as mudanças são mais profundas em nossas vidas, e somos nos que estaremos entrelaçados para sempre.
E então desespero-me. E volto a dizer que tenho medo da vida que me espera em 2010.
Abrir mão de sonhos não é agradável em nenhuma situação. Mudanças forçadas e radicais. Laços que se rompem e que não tem previsão para se reatar com um nó.
Nesse fim de ano o que mais tenho é angustia.
Aquilo que não sai da garganta, que implode e explode a todo momento.
Tenho saudades do cãozinho que cresceu comigo. É, ele soube a hora de ir embora.
E eu espero sinceramente que nesse ano que vai chegar, também saibamos a nossa hora. Nossa hora de viver e esquecer os problemas. Nossa hora de sentir saudades dos que foram mas de não abandonar a vida.
Espero que consigamos saber nossa hora de por a angustia fora de nossas vidas. A hora de viver mais leve.
Espero que possamos dar permissão a nos mesmos para sermos felizes. E também espero que nos permitam isso.
Meu texto não foi tão pessimista quanto me sinto no momento. Sei que é fase, que passa e bla.bla.bla. Mas é real. E machuca!
Mas passa, ne!? E é isso que permite sonhar para o próximo ano, mesmo que com tudo tão diferente do que eu esperava.
[ mal’zz a falta de acento em algumas partes, problemas técnicos no meu teclado. ’ ]
[ e me desculpem a falta de poesia, eu queria um texto bonito, mas foram soh essas palavras que saíram no momento .. e amanha eu vou pra roça \o ]
A principio, por dica de um novo amigo, pensei em fazer aquela típica lista de desejos e planos para o próximo ano, mas minhas expectativas pra esse fimdeano não são boas, então resolvi aderir à famosa ‘retrospectiva’ mesmo. [ mas essa lista ainda sai, viu !? ;D ]
Seria meio obvio se eu dissesse que esse foi um ano de mudanças, pois todo ano MUITA coisa muda. Mas, devido à intensidade das mudanças desse ano, posso dizer que não é tão obvio.
Mudanças em tudo.
Nas pessoas ao redor, nas amizades. Nos pensamentos, sentimentos, atitudes.
É incrível pensar que ano que vem MAIS coisas vão mudar na minha vida. E eu tenho medo que ela se torne irreconhecível.
Ate fim do mês passado eu acreditava positivamente nessas mudanças: meu desejo de infinito, aos poucos, era saciado. Experimentei de diversos sabores, diversas cores. Diversos.
Sentia a vida. E aos poucos me sentia.
Foi mais ou menos como nos outros anos, amigos novos vieram e outros se foram. Paixões novas vieram, outras se foram. Mudou apenas a intensidade. Aqueles que eu jurava eternos, se mostraram passageiros. Mas aqueles poucos se mostraram eternos, e é neles que me firmo.
Firmo-me naqueles que demonstraram intenso esmero em me fazer sorrir e que me ofereceram os braços, as palavras e o silencio oportuno no meu choro.
Firmo-me em minha família. Pois todas as mudanças são mais profundas em nossas vidas, e somos nos que estaremos entrelaçados para sempre.
E então desespero-me. E volto a dizer que tenho medo da vida que me espera em 2010.
Abrir mão de sonhos não é agradável em nenhuma situação. Mudanças forçadas e radicais. Laços que se rompem e que não tem previsão para se reatar com um nó.
Nesse fim de ano o que mais tenho é angustia.
Aquilo que não sai da garganta, que implode e explode a todo momento.
Tenho saudades do cãozinho que cresceu comigo. É, ele soube a hora de ir embora.
E eu espero sinceramente que nesse ano que vai chegar, também saibamos a nossa hora. Nossa hora de viver e esquecer os problemas. Nossa hora de sentir saudades dos que foram mas de não abandonar a vida.
Espero que consigamos saber nossa hora de por a angustia fora de nossas vidas. A hora de viver mais leve.
Espero que possamos dar permissão a nos mesmos para sermos felizes. E também espero que nos permitam isso.
Meu texto não foi tão pessimista quanto me sinto no momento. Sei que é fase, que passa e bla.bla.bla. Mas é real. E machuca!
Mas passa, ne!? E é isso que permite sonhar para o próximo ano, mesmo que com tudo tão diferente do que eu esperava.
Feliz Ano Novo !
Alegrias, sonhos, fantasias, sorrisos, musica e muita poesia na vida de nos todos! *-*
[ mal’zz a falta de acento em algumas partes, problemas técnicos no meu teclado. ’ ]
[ e me desculpem a falta de poesia, eu queria um texto bonito, mas foram soh essas palavras que saíram no momento .. e amanha eu vou pra roça \o ]
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
‘ Quem acende a luz da Lua?
Não sei, mas ontem o Sol amanheceu mais forte pelas frestas da minha porta balcão, e na minha sacada o Céu era mais azul.
Conseqüentemente, à Noite, a Lua brilhou mais forte. Senti todo o seu esforço pra se tornar Cheia sendo expresso no seu brilho que, da porta da sala da minha casa, brilhava meus olhos.
Mas Quem acende a luz da Lua?
Já não ouso nomear. A luz apenas acende.
Ontem o calor me pos fora de casa, e a grama verde me trouxe ao chão. O Céu passou de azul para um quase preto, e eu nem vi os ponteiros do relógio andarem.
Resolvi esquecer-me.
Esquecer que o tempo passa.
Esquecer que existem aquelas coisas que chamamos de problemas, dores, sofrimento, doenças e afins.
Esquecer que o que já foi não é mais.
Esquecer que o que ainda é por vezes machuca.
Lembrei-me apenas do Sol e da Lua. E do Infinito.
Bastou-me para terminar o ano com dias mais leves e mais coloridos.
E Quem acende a luz da Lua?
Já não me importa. Aqui da fresta da minha porta balcão, de Dia ou de Noite, é sempre luz.
Conseqüentemente, à Noite, a Lua brilhou mais forte. Senti todo o seu esforço pra se tornar Cheia sendo expresso no seu brilho que, da porta da sala da minha casa, brilhava meus olhos.
Mas Quem acende a luz da Lua?
Já não ouso nomear. A luz apenas acende.
Ontem o calor me pos fora de casa, e a grama verde me trouxe ao chão. O Céu passou de azul para um quase preto, e eu nem vi os ponteiros do relógio andarem.
Resolvi esquecer-me.
Esquecer que o tempo passa.
Esquecer que existem aquelas coisas que chamamos de problemas, dores, sofrimento, doenças e afins.
Esquecer que o que já foi não é mais.
Esquecer que o que ainda é por vezes machuca.
Lembrei-me apenas do Sol e da Lua. E do Infinito.
Bastou-me para terminar o ano com dias mais leves e mais coloridos.
E Quem acende a luz da Lua?
Já não me importa. Aqui da fresta da minha porta balcão, de Dia ou de Noite, é sempre luz.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Meu infinito limita-se.
E então se expande.
Vive nessa contração constante.
Quer abrir-se para o mundo. Para ele todo.
Mas fecha-se. Tem nela o medo de que sua mão seja pequena e frágil demais para algo tão vasto.
Então ela aproveita a fresta daquilo que se fechou. Aos poucos sua pequena e frágil mão transforma aquela fresta em uma janela. E ela sonha com portas e ventarolas.
Tem medo apenas da contração constante em que vive.
Mas sabe que sua mão já não cresce mais.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
A minha vida é assim. Magia nas fantasias, sorrisos nas alegrias, entregas no amor, desesperos nos surtos, angustia nas tristezas.
São os sentimentos e as emoções misturando-se a todo tempo. E sendo mais fortes que a razão.
A minha vida é assim. Transformo as realidades em fantasias e, sempre que posso, transformo as fantasias em realidade.
Assim como esse céu cheio de estrelas feitas com caneta bic num papel de pão.
Alegro-me com os pequenos, e desiludo-me com os já crescidos.
Na verdade sou como uma criança a descobrir a realidade. Daquelas que já não acreditam em Papai-Noel, mas que ainda sonham em mudar o mundo.
domingo, 13 de setembro de 2009
Superficialidades já não me satisfazem.
Já não me basta o toque das peles e as pernas entrelaçadas.
Pois existe o vazio.
Aquele vazio que não tem lugar nem tamanho.
Aquele vazio que é vazio por si só, preenchido de tamanha profundidade.
Aquele vazio que só tem profundidade.
...
Ele me encantou. Impregnou-me com seu “cheiro de homem e não de perfume”. Soube me levar com suas mãos lisas e suaves.
Mas ele me afastou. Cansou-me com seu jeito garoto, irritou-me com tanta simpatia.
E eu continuei assim, alternando entre encantar-me ou irritar-me. Enquanto ele parecia apenas gostar de me puxar pelas mãos quando desejasse.
Acontece que nem mesmo o encanto dele adiantou: continuei com o vazio.
Aquele vazio onde só existe profundidade...
Já não me basta o toque das peles e as pernas entrelaçadas.
Pois existe o vazio.
Aquele vazio que não tem lugar nem tamanho.
Aquele vazio que é vazio por si só, preenchido de tamanha profundidade.
Aquele vazio que só tem profundidade.
...
Ele me encantou. Impregnou-me com seu “cheiro de homem e não de perfume”. Soube me levar com suas mãos lisas e suaves.
Mas ele me afastou. Cansou-me com seu jeito garoto, irritou-me com tanta simpatia.
E eu continuei assim, alternando entre encantar-me ou irritar-me. Enquanto ele parecia apenas gostar de me puxar pelas mãos quando desejasse.
Acontece que nem mesmo o encanto dele adiantou: continuei com o vazio.
Aquele vazio onde só existe profundidade...
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